Andreza Matais

Vencedor do primeiro turno, senador é aconselhado pela campanha a enfrentar o petista, que não participou dos debates na primeira rodada

Andreza Matais

06/10/2026 15:58, atualizado 06/10/2026 15:59

Arte/Metrópoles
O presidenciável Flávio Bolsonaro vai a dois debates no segundo turno, segundo integrantes de sua campanha: o da Bandeirantes, tradicionalmente o primeiro, e o da Globo, a dois dias da votação (o pleito ocorre em 25 de outubro).
Vencedor do primeiro turno, Flávio é incentivado por coordenadores da campanha a enfrentar Lula sob o argumento de que o petista, embora experiente, não está em sua melhor forma para o confronto.
A expectativa de vitória fez Flávio atrair o apoio de Republicanos, PP, União Brasil e dos candidatos Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (União). No caso de Caiado, porém, o PSD não irá embarcar na campanha. Gilberto Kassab, presidente da sigla, não é bem-vindo nesse grupo. Também não volta “de jeito nenhum” para o governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo.
Primeiro turno não teve debate
Lula não foi a nenhum dos debates no primeiro turno, sob a justificativa de que seria alvo de todos os demais postulantes. A decisão contrariou a campanha, mas prevaleceu a opinião da primeira-dama, Janja. No dia do debate da TV Globo, no primeiro turno, Lula foi ao Flow Podcast.
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“Por que diabos o senhor tá aqui comigo e não tá no debate da Globo?”
“Porque eu gosto mais de você do que da Globo.”
Flávio Bolsonaro iria ao debate da TV Globo, mas cancelou sua participação após o ministro Gilmar Mendes obrigar a emissora a incluir o candidato Renan Santos (Missão) e a ministra Estela Aranha, do TSE, proibir a emissora de colocar no palco um púlpito vazio com o nome de ele, o que havia sido acordado entre as campanhas.
A interferência do judiciário nas regras de uma empresa privada fez a TV Globo cancelar a contenda e ajudou a reforçar o discurso crítico de Flávio ao Judiciário.


